Hoje o meu blogue faz um ano… O que começou como uma maneira de provocar pessoas amigas que, diariamente, embirravam com as minhas frases do MSN, passou, rapidamente, a ser um espaço demasiado privado e pessoal. Uma mudança não controlada, inconsciente, sem arrependimento porque eu sou aquilo mesmo…E num piscar de olhos, tenho seguidores (há gente de coragem!), tenho pessoas a passar por aqui, diariamente, a deixar comentários, a dizer de sua justiça! De repente, os meus desabafos não são só meus, são deste e daquele e do outro que aqui passam e vão cuscar… E num novo piscar de olhos, numa volta da Lua, tenho “alguéns” que não me conhecem, que eu não conheço (mas imagino porque me apetece!) a tropeçar na vaca.
E depois há os outros, que eu conheço…e mantêm-se fieis às voltas lunares! :)
Resumindo: Depois de um ano de blogsfera, procuro centro de recuperação para viciados... Não consigo estar muito tempo sem isto, começo a sentir tonturas e pior ainda, apetece-me trabalhar! :D




ele, dar uma turra ou pedir festas. Hoje não. A gata, quando ouviu a porta fechar, espreitou, confirmou que ele não estava e pulou, como sempre, para o seu posto de vigia, o sofá. Não se interessaram por ele, evitaram mesmo qualquer contacto. Como se sentissem o mesmo que eu, um sentimento de “agora já é tarde”, agora não apetecem as conversas… Ainda, assim, acredito que um dia possamos ser amigos (talvez os gatos sintam o mesmo).


Alguém me explica como é que para marcar uma simples consulta num centro de saúde são necessárias 11 chamadas telefónicas? A primeira (a ser atendida, entenda-se!), depois de ouvir um sonoro HÃÃ?!?! (bela maneira de atender telefones, maravilha!) deu-me direito a quase cinco minutos de espera e, ao contrário de outros sítios onde nos colocam musiquinhas para passar o tempo, estive a ouvir a conversa das senhoras funcionárias. Sim, fiquei muito mais bem disposta por saber que uma delas tinha furado o pneu, a roda de trás e que a certa altura, foram todas espreitar o dito furo. Depois voltaram com risinhos e comentários inteligentes que eu continuava a ouvir. Infelizmente, elas não estavam a ouvir o rol de palavrões que eu resmungava entre dentes deste lado da linha. 




